GENTE!

O Zayn vai sair mesmo, pelo jeito.
Cara não D:
Ele sempre foi meu favorito, poxa
Tô sem chão...
Lary X

“Laser Light” – 3ª Temporada – Capítulo 10 – Fanfic by Lary (:

“Laser Light” – 3ª Temporada – Capítulo 10 – Fanfic by Lary (:
Vamos descobrir juntos.

 Niall se encaixa entre minhas pernas e deita seu corpo parcialmente sobre o meu, seus lábios são macios quando tocam meu pescoço. Sinto seu corpo fazendo pressão sobre o meio de minhas pernas, isso me deixa inquieta, começo a suspirar e me mover desconfortavelmente enquanto ele beija meu decote.
Niall: Tudo bem? – Ele fica imóvel quando nota meu desconforto, mas sem tirar as mãos dos meus seios e o rosto do meu decote.
Eu: Eu só... – Mordo o lábio. – Não ria de mim, mas eu estou com medo.
Niall: Rir de você? Claro que não.
Eu: É que eu não sou nenhuma virgem pra ficar com medo de sexo, não é?
Niall: Não é assim que as coisas funcionam. É perfeitamente normal se sentir inseguro durante o início da sua vida sexual. – Diz suavemente. – Você... Confia em mim? – Pergunta meio inseguro, com medo da resposta.
Eu: Confio. E muito. Eu só não confio em mim, no meu corpo... Por enquanto.
Niall: Entendi. – Diz suavemente, tirando a mão dos meus seios e levantando seu corpo de cima de mim. – Acho que eu estou indo rápido demais com você. – Morde o lábio, olhando meu rosto, enquanto pensa. – Tive uma ideia. – Abre um sorriso malicioso, maravilhoso. – Vamos brincar com seu corpo? Com a maior calma do mundo, podemos ficar uma semana nesse quarto. Vamos descobrir juntos em quais partes você mais gosta de ser tocada. – Mordo a parte de dentro da minha bochecha enquanto me sento.
Eu: Mas e você? – Sussurro.
Niall: Eu o que?
Eu: Você também não precisa ter prazer? – Ele ri, uma risada sexy que ecoa pelo cômodo.
Niall: Meu anjo, nada me daria mais prazer do que tocar cada parte do seu corpo e analisar suas reações. – Suspiro, meu corpo está quente e implorando por algo que eu ainda não sei distinguir o que é. Sei que é sexo, porque não sou tão idiota assim... Mas o que no sexo? Como posso satisfazer meu corpo, se não entendo o que ele pede? Penso um pouco nisso e, quando Niall olha meu rosto com as sobrancelhas erguidas e um sorriso de canto sugestivo, naquela expressão de “posso?”, eu apenas assinto rapidamente. Ele sorri. – Muito bem... Boa menina. – Ele se inclina sobre mim quando eu deito de novo, mas sem deixar seu corpo pressionar o meu. – Você confia em mim, não é? – Assinto. – Ótimo. – Ele beija meu pescoço, com cuidado, seus lábios quentes são muito gostosos e quando a língua dele sai para provar a pele do meu pescoço, eu fecho os olhos, suspirando e me deixando levar pela sensação. Depois de me deixar um belo chupão no pescoço, ele desce beijando meu busto, morde suavemente a parte superior do meu seio direito, deixando a marca de seus dentes em minha pele, sua língua provoca um lugarzinho bem próximo do meu mamilo esquerdo, eu mordo o lábio e contorço meu corpo. Niall cobre meu mamilo (palavra feia essa...) com a boca, passa a ponta macia de sua língua por todo o biquinho, que já está enrijecido. Ele repete todo o processo no seio esquerdo, só que sem morder, apenas deixando um chupão bem perto do mamilo. Sua boca desce dando beijos quentes pela minha barriga, ele deixa outra mordida, pouco a cima do meu umbigo, olhando meus olhos o tempo todo enquanto faz isso. Mordo meu lábio e me contorço quando ele puxa um pouco minha calcinha e morde novamente, cravando os dentes em minha carne no local onde antes estava a barra de minha calcinha, eu mordo o lábio e me contorço, agarrando o lençol. – Shiiiu. – Ele sussurra, com a boca em minha pele enquanto puxa minha calcinha e arranca por minhas pernas. Niall aperta minhas coxas e solta um suspiro quando toca minha parte íntima, úmida e dilatada. – Quero agora. Depois a gente brinca. – Ele abre a gaveta do criado mudo e tira um pacotinho dourado, laminado. – Vire-se. – Arregalo os olhos. Niall sorri e me coloca na posição cachorrinho, levanta da cama e tira a roupa. Sinto o colchão afundando com o peso de Niall atrás de mim, quando ele sobe na cama novamente. Ouço o barulho dele vestindo a camisinha, antes de suas mãos grandes e brancas se apoiarem no colchão, ao lado de minhas mãos morenas.
Eu: N-Niall. – Digo assustada.
Niall: Shiii. – Beija minha nuca. – Assim posso ir mais fundo. – Sussurra. – Mas se eu te machucar... Me fale. – Assinto, sinto suas mãos indo ao meu cabelo, tirando meu elástico. Sinto meus cachos se soltando do coque mal feito e fazendo cócegas em minhas costas, testa e bochechas. – Gosto tanto dos seus cabelos, morena... – Sussurra, tocando meus cachos com carinho. – São tão lindos... – Ele beija a curva de minhas costas. – E sua pele... Ela é tudo de bom. – Engulo com força e mordo o lábio, me contorcendo, com vergonha de empinar o bumbum. – Ãh ãh. – Ele repreende, esticando a mão pelo meio de minhas pernas, até minha barriga, enquanto pousava a outra na base de minhas costas, me deixando ereta de novo e com o bumbum empinado. Eu me sinto corar, suspiro, resmungando baixinho. – Está tudo bem. – Ele me acalma. – Você está linda assim.
Eu: Quer uma foto? – Digo com ironia enquanto sinto que ele ainda me analisa.
Niall: Na verdade, quero sim. Posso tirar? – Fico de boca aberta, até ouvir a gargalhada dele. – Não tente ser cínica, porque eu sou pior. – Diz irônico.
Eu: Eu só... – Aperto o lençol com mais força, soltando um suspiro. – Estou meio nervosa. – Murmuro.
Niall: Não fique. – Suas mãos cobrem as minhas e eu sinto seu peito pressionar minhas costas. Mordo o lábio. – Posso? – Fecho os olhos e assinto. As mãos dele seguram minha cintura, me fazendo ficar imóvel enquanto ele me penetra. Eu mordo o lábio e choramingo, fazendo careta. Perco o fôlego e me encolho toda ao notar que ele alcança lugares profundos dentro de mim. – Shiiiu... Tudo bem. Tá doendo? – Nego.
Eu: Só. – Soluço. – Me pegou de surpresa.
Niall: Você fica linda assim. – Fala enquanto começa a se mover. Eu me contorço, um pouco desconfortável, sentindo um pinguinho de dor. Mas eu gosto tanto de Niall... Gosto tanto do corpo dele... Solto um suspiro todo bobo e apaixonado em meio aos meus gemidos, Niall ri baixinho e faz carinho em minha bochecha como agradecimento e compreensão, ali descobri que não era preciso palavras para dizer e provar para o outro seu carinho, seu afeto, seu... Amor?
 Eu estou tão mole, dolorida pela posição, sonolenta pela névoa do orgasmo que estava próxima e recobria meu cérebro. Eu estou mordendo meu lábio com tanta força, pra não fazer barulho, que sinto o gosto de sangue e sei que me machuquei.
Por que você não, simplesmente, se deixa gemer?
Niall: Por que você não geme? – Ele diz como se lesse meus pensamentos. Isso me faz sorrir.
Eu: Eu só... – Gemido baixo e contido. – Só parece errado... – Sussurro.
Niall: Errado? – Ele diz entredentes, dá uma estocada com mais força.
Eu: Niall!! – Gemo baixo. Começo a suspirar rápido e com força, choramingo, fecho os olhos e meu corpo todo se contrai quando eu tenho um orgasmo. Niall solta um suspiro quando sente meu corpo latejando em torno dele e tem seu orgasmo logo em seguida... Niall sai de mim devagar e com cuidado, eu caio de joelhos sobre o colchão, exausta e sonolenta. – Só parece errado porque... – Sussurro, encolhida, com as mãos ainda apoiada no colchão e de costas para Niall. – Quando fui estuprada, ele ficava me pedindo pra gemer. E, mesmo sentindo vontade de vez em quando, eu ficava mordendo o lábio com força, não querendo dar a ele o prazer de me ouvir gemer e achar que estava me dando prazer. Porque... Eu sentia tanta dor, Niall. Mas mesmo assim... Ele me deu uns três orgasmos. – Me encolho e fico em silêncio, ouvindo minhas palavras serem engolidas pelo vazio.
Niall: Você sabe que não sou ele, né? – Diz baixinho com a voz rouca.
Eu: Sei sim. – Digo corada e sem ter coragem de olhar pra ele. – Entendo isso.
Niall: E sabe que você não controla isso, não é? Seu corpo tem um orgasmo quando acha que deve ter. – Suspiro e me encolho ainda mais, baixando a cabeça.
Eu: Eu me sinto mal. – Sussurro. – Me sinto suja e... Puta. – Murmuro corada. Ele suspira, um suspiro cansado e triste.
Niall: Eu tenho algumas coisas pra te contar. – Diz baixinho. – Sei que vou parecer um filho da puta por não ter contado antes de você ao menos começar a transar comigo, ainda desfazer seu noivado... Sou um egoísta filho da puta. – Levanto a cabeça e me viro para observar, Niall está de samba canção sentado na beiradinha da cama. Não está mais olhando pra mim. Eu me arrasto até ele, ele se encolhe com meu toque.
Eu: Niall eu...
Niall: Apenas me ouça. – Ele me interrompe com a voz baixa. Engulo com força.
Ai meu Deus.
Continua...
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Oooi
E ai?
Tudo bem com vocês?
Hum... Nada a dizer.
Beijos :*

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 9 – Fanfic by Lary (:

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 9 – Fanfic by Lary (:
Um caso.

Leia ouvindo isso :)
 Depois do almoço, eu vou para a casa de Niall e acabo dormindo por lá mesmo, com uma camiseta dele, meias e uma cueca samba canção. Na hora de dormir, nossos corpos se encaixam tão bem e perfeitamente que, assim que coloco a cabeça no teu peito, adormeço. Acabo ficando na casa de Niall pelo resto da semana...
(...)
 Uma semana depois do ocorrido no supermercado, eu me sentei na cama onde Niall estava analisando uns papéis.
Eu: O que é isso? – Mordi minha maçã.
Niall: Um caso.
Eu: Posso ver?
Niall: Claro. – Pego um baco de papel com um monte de palavras estranhas escritas, com números de leis e coisas que eu não entendi nada. – Basicamente, uma garota de 11 anos está grávida e se recusa a falar quem foi. – Ele explica quando vê que não entendi nada.
Eu: 11 anos? – Murmuro. Ele ergue o olhar dos papéis.
Niall: É menos que 14... Não tá certo isso.
Eu: De jeito nenhum. – Desvio o olhar soltando as folhas.
Niall: O mais curioso é que ela está grávida de três meses e só procuraram socorro agora... Por que? – Sussurra imerso em pensamentos.
Eu: Ela vive com quem?
Niall: Com a avó. É uma senhora muito, muito simples. Não havia nem notado que a neta estava diferente. A mãe as visita raramente, é uma viciada em cocaína. – Eu mordo o lábio e desvio o olhar.
Eu: Minha mãe era... Estranha. Ela foi embora com um amante.
Niall: Eu sei. – Murmura. Olho pra ele, ele ergue o olhar, depois volta a ler. – Cuidei do seu caso. Sei muita coisa sobre você, anjo.
Eu: Sabe que meu pai...? – Ele me interrompe.
Niall: Era um viciado em bebida que morreu aos vinte e oito anos, no dia 23 de maio de 2011, de falência múltipla de órgãos. –Fico de boca aberta. – No velório dele, só estavam dois amigos e sua filha... Dois amigos e você. – Desvio o olhar.
Eu: Dois amigos de bar. – Resmungo. – Meu pai deixava de me comprar comida pra pagar bebida pra esses “amigos”.  – Isso faz Niall olhar pra mim, interessado no que eu tinha pra dizer.
Niall: Você...?
Eu: Passei fome algumas vezes na minha vida.
Niall: Você morou com sua mãe por um tempo... Por que não ficou com ela? – Suspiro, desviando o olhar.
Eu: Minha mãe sempre foi muito baladeira. – Começo com a voz baixa. – Ela teve vários namorados, alguns batiam nela, outros só queriam sexo e o pouco dinheiro que tínhamos, alguns, ainda, eram viciados. Ela nunca deu muita bola pra mim, e na idade que vivi com ela, meu pai me ligava sempre e tentava se fazer presente. Um dia, acabei deixando escapar que um dos namorados dela estava bêbado e, de madrugada entrou no meu quarto sem roupas, pensando que fosse o banheiro. Meu pai ficou muito bravo, porque por cima de tudo, eu sempre fui a menininha dele. Foi me buscar naquela noite... Disse que eu nunca mais moraria com aquela mulher que eu chamava de mãe.
Niall: E sua mãe?
Eu: Não moveu um dedo pra impedir, mas sim pelo contrário, ficou gritando que eu era uma imprestável inútil mesmo, e que ele iria se arrepender de pegar o fardo pra ele, porque eu não trazia nada de bom onde quer que eu estivesse. Era uma completa inútil. – Fico com a voz embargada. - Mas não era culpa minha... Eu tinha 15 anos. Não conseguia emprego, tentava ao máximo ir bem na escola e ocupar meu tempo com tarefas variadas. Eu só não queria ficar naquela casa que eu chamava de lar.
Niall: Claro que não era culpa sua. – Diz ríspido. – Você era praticamente uma criança, ainda precisava de carinho e atenção. Precisava de apoio e de orientação. Que tipo de mãe é essa? – Ele pergunta incrédulo. – E esses caras, namorados dela... – Diz entredente, cerrando o punho. – Nenhum deles colocou a mão em você, não é?
Eu: Acho que dois deles me bateram algumas vezes. Mas nada muito grave.
Niall: Nada muito grave?! Porra, (SeuNome)!
Eu: É... Eu sei. – Encolho os ombros. – Mas, voltando ao caso, não tem como recolher uma amostra de DNA do feto? – Niall morde a parte de dentro da bochecha.
Niall: Até tem, mas é muito perigoso, tanto pra menina quanto pro feto. Ele é muito novo... E meu trabalho é garantir a saúde e a sanidade dos dois. – Mordo o lábio.
Eu: Já conversou com os meninos que vivem com ela? Da escola?
Niall: O agente Marques cuidou disso... “Todos são completamente inocentes”, segundo ele. Mas eu nunca acredito que alguém pode ser “completamente” inocente.
Eu: São só crianças, Niall. – Corro os dedos pelo seu cabelo loiro, todo bagunçado.
Niall: Aos 14 anos eu já transava com professoras, por que gurizinhos de 11, 12 e 13 anos não transariam com uma menina da sala deles?
Eu: Porque você é precoce. – Abro um sorriso doce quando ele me olha com um sorriso divertido.
Niall: Preciso mostrar você para o mundo. – Sussurra. – Preciso que todo mundo saiba que você é minha.
Eu: Por que? – Sussurro.
Niall: Não sei, só preciso. – Ele me empurra de leve no colchão. – Você ainda está...?
Eu: Menstruada? Não. – Murmuro. Ele suspira.
Niall: Que bom, então. Eu posso...?
Eu: A gente pode sim.
Niall: Finalmente. – Sussurra sorrindo com uma alegria contida antes de realmente vir pra cima de mim...
Continua...
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Ooooi meninas!
Tudo bem com vocês?
Bááá, consegui postar hoje novamente.
Mas é porque hoje é feriado aqui, aniversário da cidade. 
Como eu havia prometido antes, vou mesmo tentar postar mais aqui. 
Amo vocês, viu?
Sem vocês minha vida é sem graça... </3
Comentem, viu?
Beijinhos e até mais :*
- Lary X



“Laser Light” – 3ª Temporada – Capítulo 08 – Fanfic by Lary (:

“Laser Light” – 3ª Temporada – Capítulo 08 – Fanfic by Lary (:
E muito bem...

 Quando eu entro no carro onde Niall me espera, ele me observa soluçar por um bom tempo...
Niall: Só me responde isso: Devo entrar lá e meter porrada nele? – Eu nego, tentando secar meus olhos. – Ah, que bom... Muito bom.  – Murmura e me abraça. Eu continuo soluçando. – Hey, você é muito especial pra mim. Prometo que não vai se arrepender. – Isso me faz chorar mais ainda. – Ah, não. Se tem uma coisa que me deixa sem ação, é quando alguém começa a chorar na minha frente. Não sei o que fazer. – Admite sincero, se separando de mim pra ver meus olhos.
Eu: S-Só cuida de m-mim. – Soluço. – C-Cuida de mim como c-cuidou antes.
Niall: Vou cuidar... – Sussurra com seus olhos azuis límpidos brilhando. – Vou cuidar sempre. – Diz com sinceridade. Eu assinto, dando uma última secada em meu rosto, solto um suspiro bem longo enquanto olho a casa de minha ex sogra.
Eu: Vamos? – Murmuro. Ouço o ronco do motor logo em seguida. Vamos a maior parte da viagem em silêncio, trocando poucas palavras e ouvindo o rádio. Ouço Niall cantarolar algumas melodias e isso me arrepia sempre, porque a voz dele era tudo de bom. Nós paramos pra comer num restaurante na entrada da cidade. Niall pede macarrão ao alho e óleo e eu resolvo o acompanhar. Enquanto a comida não chega, eu fico de cabeça baixa, puxando um fiozinho invisível em minha calça jeans, quando levanto o olhar Niall está me encarando com o rosto apoiado nas duas mãos unidas. Ele ergue as sobrancelhas. – O que foi? – Pergunto. Ele tomba a cabeça de lado feito um cachorrinho olhando um bife suculento.
Niall: Só estava observando você.
Eu: Por que?
Niall: Porque estou imaginando o que você poderia estar escondendo de mim... – Coro e arrasto os dentes pelo lábio inferior.
Eu: Não estou escondendo nada. – Murmuro.
Niall: Ah, está sim. – Sussurra num sorriso. – Não deveria nem tentar. Sabe que sou treinado pra saber esse tipo de coisa. E você mente muito, muito mal. – Diz divertido e com sinceridade. Suspiro e brinco com a pontinha da toalha de mesa.
Eu: Sua mãe... Sabe que eu existo? – Ele fica algum tempo em silêncio, o garçom chega e serve nossos pratos.
Niall: Não. – Diz com sinceridade depois que o garçom vai embora. Eu solto um suspiro trêmulo, levantando o rosto.
Eu: Odeio essa parte. De ter que falar pra todo mundo da gente. Ter que conhecer sua mãe, e ela ficar procurando defeitos em mim. Odeio o fato de que ela vai começar a perguntar sobre meus pais, minha família... – Solto outro suspiro trémulo chacoalhando a cabeça e olhando o alto.
Niall: Minha mãe não é assim... Na verdade, ela vai te encher de carinho e elogios, ficar babando em você por um bom tempo. Ela vai me perguntar tudo o que quiser saber a respeito de você, em particular, e nunca vai perguntar coisas constrangedoras na frente de um monte de pessoas, para te deixar constrangida. Ela só parece ter uma paixão por falar de sexo com minhas namoradas. Não que eu tenha tido muitas...
Eu: Quando foi que você teve sua última namorada? – Ele suspira erguendo os olhos.
Niall: E lá vamos nós. – Diz divertido. – Última namorada assumida? Bem... – Ele morde o lábio olhando o teto, pensando. – A última vez que apresentei uma mulher pra minha mãe, eu era um adolescente. Tinha uns... 16 anos.
Eu: Quantas namoradas você já teve? – Pergunto depois de engolir uma garfada de macarrão. Niall leva a taça de água aos lábios e toma um longo gole.
Niall: Três.
Eu: Assumidas... E as ficantes que teve debaixo do pano?
Niall: Mesmo? – Assinto. – Sinceramente? Não sei. Contar com quantas mulheres transou é coisa de moleque.
Eu: São muitas? – Murmuro com medo da resposta.
Niall: Depende. O que você considera muito?
Eu: Eu transei com três caras e me sinto puta. Não que eu tenha tido escolha...  – Encolho os ombros, olhando chão. – Mas me sinto muito, muito mal. – Ergo o olhar. – Foram muitas?
Niall: Três parceiros já é muito pra você? – Assinto. Ele se move desconfortavelmente. – Então chega de falar nisso. – Suspiro.
Eu: Já sei que foram muito mais que três. Quem foi sua primeira?
Niall: Vamos mesmo ter essa conversa aqui e agora?
 Eu: Uhum...
Niall: Foi a professora de piano do meu irmão. – Meu queixo cai.
Eu: Quantos anos você tinha? E ela?
Niall: Eu tinha 14 e ela 22.
Eu: Isso é pedofilia!
Niall: Não é pedofilia depois dos 14. – Diz com calma.
Eu: P-Por que fez isso?
Niall: Não sei dizer... Acho que sempre tive uma tara por professoras mais velhas. Tive que mudar de escola duas vezes por conta de envolvimento com professora.
Eu: Mas... Niall! – Fico de boca aberta. – Isso não é crime?
Niall: Depende das regras acadêmicas do local. Normalmente, a questão do envolvimento se torna assédio, e a maioria das instituições não acreditam numa relação consensual entre aluno e professor. Além de que, o fato de eu ser menor de idade na época, só tornava tudo mais difícil. Mas, pelo contrário do que acreditam, nenhuma delas me seduziu, apenas deram mole. Sem contar que a última professora da faculdade queria até mais do que apenas sexo.
Eu: Uma relação afetiva?
Niall: Exato. Começou a me chantagear por ciúmes e possessividade.  Foi ai que resolvi mudar de curso... Ela ficou abalada, disse que tinha me ensinado tanta coisa, pra depois eu a deixar assim, do nada. Mas o que eu podia fazer?
Eu: Niall, eu não sei nem o que dizer... – Sussurro completamente abismada com tudo aquilo. – Você gostava dela?
Niall: Olha, ela era uma grande amiga.
Eu: Amiga. – Resmungo sarcástica. Ele faz careta.
Niall: Realmente me ensinou bastante coisa... Acho que é por isso que mulheres mais velhas e mais experientes às vezes são melhores pra um adolescente do que uma virgem.
Eu: Ela te ensinou a fazer sexo? – Murmuro corada. Ele ri, olhando o prato, enrolando o macarrão no garfo e balançando a cabeça.
Niall: Não se ensina alguém a fazer sexo. – Diz com a voz rouca e gostosa. – A gente nasce sabendo fazer. É instinto animal.
Eu: Então eu sei fazer sexo? – Ele ri, uma risada rouca.
Niall: Sabe sim, baby. E muito bem...
Continua...
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Ooooiiii gente
Boa noite.
Tudo bem com vocês? Espero que sim. 
Bem gente, eu nem ia falar nada... Mas eu tô tendo MUITA dificuldade de postar. Muita coisa... Prova, trabalho, tarefa...  Mais prova, mais trabalho, mais tarefa... Tô tendo MUITA prova, cerca de quatro por semana. Quatro a cada cinco dias, vocês tem noção do que é isso? Tá corrido... Mas vou tentar escrever mais.
Beijinhos, meus amores.
Até breve,
- LARY 

Laser Light - 3ª Temporada – Capítulo 7 – Fanfic by Lary (:

Laser Light - 3ª Temporada – Capítulo 7 – Fanfic by Lary (:
Already Gone
 
Quando eu acordo, me sinto deliciosamente relaxada, como se tivesse tido a melhor noite de sono da minha vida. Me sento na cama, deixando os lençóis de seda deslizarem deliciosamente até minha cintura, respiro profundamente e o cheiro de Niall invade minhas narinas, mas ele não se encontra na cama. Me levanto e vou tomar um banho, demoro bastante... Pensando em Max... Pensando no que dizer a ele... Ele não é idiota, mas mesmo assim, merece uma boa explicação, merece tudo de bom sempre, porque é um cara maravilhoso. Assim como Niall.
Niall...
 Niall é tão... Tão tudo. Ele me entende, me aceita, me dá apoio, carinho, calafrios, felicidade... Saio do banheiro secando meus cabelos com a toalha, me visto com a mesma roupa do dia anterior. Suspiro algumas vezes, com os olhos cheios de lágrimas enquanto arrumo meus cachos, e é assim que Niall me encontra ao entrar no quarto com cheiro de banho, vestindo jeans, camiseta e tênis. Ele não diz nada, apenas fica observando meu reflexo, fecho meus olhos com força e mordo o canto do lábio, me impedindo de explodir num choro molhado e catarrento, mas meus ombros começam a tremer, e meus olhos transbordam.  Sinto o toque de Niall me amparando nesse exato momento, deixo ele deitar minha cabeça em teu peito enquanto me faz um carinho nos cabelos úmidos... Todos eles são iguais? Eles homens, digo. Não sabem como socorrer uma garota que chora. Apenas a abraçam e acariciam seus cabelos, como se dissessem: “Eu não sei o que fazer, vou te deixar chorar, mas não se esqueça da minha presença masculina bem aqui”. Depois de um tempo, paro de chorar e me levanto.
Eu: Você pode me levar até a casa da minha sogra?
Niall: Até a casa da minha mãe? – Ergue as sobrancelhas. Pisco várias vezes tentando entender, até que depois acho meu erro.
Eu: Até a casa da mãe de Max, por favor.
Niall: Claro.
Eu: Ela mora... – Ele me interrompe.
Niall: Sei exatamente onde ela mora. – Diz pegando a chave do carro. Claro que ele sabia. Trabalhava no FBI. (SeuNome) lenta... Ele começa a dirigir, e eu vou a viagem inteira pensando no que dizer a Max, o que não foi suficiente, pois quando ele abriu a porta pra mim e ficou olhando meus olhos por uns cinco minutos, eu ainda não sabia o que dizer.
Eu: Eu... Hum... Posso entrar? – Sussurro como uma criança que acabou de fazer uma arte bem grande e precisa se explicar para os pais. Ele não diz nada, apenas dá espaço para que eu passe pela porta. – Sua mãe está? – Pergunto quando estou dentro da enorme sala de estar silenciosa.
Max: Não. – Ele diz com a voz sem emoção alguma.
Eu: Vamos... Nos sentar. – Aponto pro sofá, ele segue meu dedo e assente, eu suspiro aliviada enquanto sento no sofá. Max se senta numa poltrona, o mais longe possível de mim. Me movo desconfortavelmente, cruzando as mãos sobre as pernas, olhando para elas para não ter que olhar Max e falar alguma coisa. Mas parece que horas se passam e ele não diz nada e tudo que posso ouvir são os “tics tacs” do relógio, então resolvo abrir o jogo.  – Eu... Hum... – Suspiro e levanto o olhar. – Eu sinto muito. Você... É um cara maravilhoso, saiba disso. A culpa definitivamente não é sua. De jeito algum... Você foi... Foi perfeito. Sempre foi.
Max: Desde quando? – Ele me interrompe com a voz ríspida e dura. – Desde quando está com ele? – Mordo o lábio nervosamente, olhando minhas mãos cruzadas no colo, olhando meu anel de noivado...
Eu: Sabe nossa primeira vez? Então... Eu e ele, bem... Nós estivemos juntos pela primeira vez algumas horas antes de eu e você... – Sussurro como se aquele fosse meu maior pecado secreto. E acho que realmente era.
Max: Você e ele... Antes de mim? – Ele baixa seu tom de voz, aquele tom de voz de quem está profundamente machucado, mas não quer que notem. Eu apenas assinto, olhando o chão. Levanto o olhar e ele desvia seus olhos de mim, como se estivesse envergonhado demais.
Eu: A c-culpa não é sua. V-Você é maravilhoso.
Max: Cala a boca. – Sussurra sem me olhar.  Eu fico de boca aberta. Ele me olha. Suas bochechas estão avermelhadas, seu maxilar trincado e seus punhos cerrados. – Qual seu problema? – Cospe as palavras com rispidez. – Eu estive presente. Eu te ajudei. Eu... Eu ao menos tentei. Dediquei minha vida toda a você por anos, dediquei horas só pra ganhar um sorriso seu. Quando você foi sequestrada, eu fiquei tão preocupado, você não tem noção do quanto. E depois, quando me falaram que você tinha sido... Que você tinha sido estuprada, eu quase morri (SeuNome), fiquei com tanta raiva, com tanto ódio... Não parecia justo. Você sempre foi tão ingênua, inocente, límpida... Por que você? Com tantas mulheres vulgares, indecentes e sujas... Por que você? Simplesmente não parecia real, não parecia certo. Eu só queria entrar naquela sala e agarrar você. Queria te abraçar com força o suficiente pra te fazer gemer de dor, queria te beijar, te fazer rir... Mas fui avisado que você poderia estar diferente e isso me deixou ainda mais preocupado. E se tudo isso tivesse mudado você? E se você não fosse mais minha garotinha? Fiquei com medo e receio de entrar na sala e ver você. Mas quando eu entrei... Quando eu vi você sentada com seus olhinhos arregalados, naquele olhar ingênuo de sempre, eu fiquei tão feliz, tão contente, tão... Aliviado. Você parecia assustada e receosa, mas ainda tinha aquele lindo jeito de falar e sorrir. Isso sempre foi o suficiente pra mim. Seu sorriso... Ele é tão lindo. Não sei se você sabe disso, não sei nem se eu já te disse isso... Na única noite em que estive com outra mulher durante nosso relacionamento, eu só cedi porque o sorriso dela era tão parecido com o seu... Porém, o olhar era totalmente diferente. Eu estava tão fraco, tão cansado... – Ele fecha os olhos e engole com força. – Sinto muito por isso. – Murmura. – Você não merecia... – Assinto de olhos fechados, enquanto lágrimas escorrem por minhas bochechas e pingam em minhas mãos, eu tiro o anel de noivado com cuidado do meu dedo anelar direito e o entrego a Max. Ele olha meus olhos por um tempo antes de o pegar.

Eu: Sinto muito. – Sussurro por sobre os soluços. – Você... Tenho certeza que vai achar alguém pra quem dar esse anel. Alguém que saiba dar valor... Ela vai ser do jeitinho que você sonha e nunca, nunquinha mesmo, vai te negar sexo. Sinto muito por todos esses anos que perdeu comigo... Agradeço por eles. Você é tão especial pra mim... Eu... Aprendi tanta coisa. Você me ensinou a viver, Max. Agradeço cegamente por isso. Se não fosse você... Eu nem sei o que seria de mim hoje. Quando eu vim pra Nova York sem parentes, sem casa, quase sem comida... Foi você e sua família quem me acolheram. Eu estava tão machucada... Meu pai havia acabado de morrer, e ser rejeitada por minha mãe acabou com meu tiquinho de equilíbrio. Quando eu desci daquele avião e olhei pra você mexendo no celular, eu simplesmente estava perdida. Esperei você erguer os olhos pra te perguntar onde era o banheiro. Fico imaginando o que você viu: Uma adolescente magrela, com o cabelo todo bagunçado, com cara de fome, uma mala minúscula, olhos cansados e tristonhos...  Sua reação foi apenas me olhar por um bom tempo antes de perguntar meu nome e me perguntar o que eu estava fazendo ali. Foi essa pergunta que me fez desabar num choro agoniante na sua frente. Eu estava ali: Chorando na frente de um estranho que havia acabado de conversar pela primeira vez. Mas, pela primeira vez na minha vida, alguém não fugiu ao me ver desabar. Pelo contrário, você me chamou pra jantar na sua casa. E foi ai que eu me apaixonei. Eu não sabia que era paixão, mas enquanto seus pais me enchiam de perguntas enquanto comiam comigo, eu olhei você, e você estava me olhando... Sorriu pra mim, me encorajando a responder tudo. Foi ai que me apaixonei... Aquele sorriso doce, confortador, confiante... E quando sua mãe me mandou dormir no seu quarto? Te juro que quase morri. Achei que você fosse querer... Bem, achei que você fosse me querer. Lembra? Ganhei meu primeiro beijo na sua cama. Fui totalmente desajeitada... Dai quando você olhou pra mim depois do beijo, eu sussurrei pra você que era virgem. Você riu. Como se você não soubesse... (ironia) Dai eu disse também que seu beijo era gostoso. E você parou de rir. Parou de rir pra me beijar de novo. A gente ficou se beijando a noite toda... Lembra? – Suspiro secando as lágrimas das minhas bochechas. – Max... Seja feliz. – Sussurro e saio dali sem olhar pra trás... 
Continua...
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Oi.
Tudo bem?
Desculpem.
Amo vocês.

I won't give up - Terceira temporada - Capítulo 4 (...) É melhor que ela sobreviva.





Liam P.O.V
(...) Assim que Jason recuou com a arma para longe de (Seu nome) meu peito se aqueceu com alívio, ela sabia, que ele não iria atirar, era esperta demais, passou a conversar com ele... Tempo, era isso que ela estava tentando conseguir, ela havia feito o que eu mandara, a cavalaria já estava á caminho, só tínhamos que ter a certeza de que eles não chegariam tarde demais... Jason não era bobo, eu precisava agir, as cordas que me amarravam á cadeira estavam muito bem feitas, mas não o bastante... Idiota, não se amarra um agente treinado com cordas... Lentamente, para não levantar grandes suspeitas meus dedos se movimentavam, eu estava perto.... SHLAP! O barulho estorou quando Jason acertou o rosto delicado dela... Meu estômago se contorceu... Eu vou mata-lo. Mas não pude deixar que aquilo prendesse minha atenção por muito mais tempo, meus dedos trabalhavam no nó elaborado, mais ágeis do que nunca, tentei bloquear minha mente para o que se passava do outro lado do cômodo deteriorado, até que Jason veio até mim... Eu estava quase acabando, havia quase desatado tudo... Jason me deu um soco, eu mal o senti... Parecia que adrenalina pura corria por minhas veias, ele me ameaçou, um resgate por mim... Era isso que ele queria, já que não conseguiria nada de (Seu nome)... E então voltou para ela... Meu coração batucava dentro do meu peito... Mais rápido Liam... Mais rápido - ... Eu mando lembranças ao nosso pai... - Não... Não ia, meus braços estavam livres, ele ainda efetuou um desparo mas logo eu estava sobre ele, meus punhos avançaram contra seu rosto... Tudo desepareceu, e a única coisa que se passou em minha mente foi ele estapeamento (Seu nome)... Meus punhos se chocaram contra seu rosto... Toda a minha força, raiva e fúria direcionados á ele... - Liam...  - A voz fraca de (Seu nome) soou nos meus ouvidos como uma brisa suave... Só então parei, e a visão que tive do seu frágio corpo me chocou... Seu peito estava embebido em sangue fresco... Jason havia acertado ela, corri até ela e a soltei colocando-a sobre meu colo... Seus olhos não se mantiveram abertos por dois minutos, engoli seco... Meus olhos já estavam marejados novamente, chequei seu pulso, ela ainda estava lá, comigo, fraca, mas estava... Ouvi um barulho vindo da sala de estar.... Coloquei (Seu nome) suavemente sobre o chão e peguei a arma de Jason, e sequei os olhos com as mãos livres, ninguém ia me pegar desprevenido novamente, além disso não dava pra saber se os comparsas de Jason já haviam ido... Mas ao atravessar a porta que dava pra entrada não me deparei com eles... E sim com homens de terno com a minha mesma cautela... A ajuda havia chegado, eu apenas não sabia, se já era tarde demais... - Somos nós Liam - A voz do agente Taylor ecoou no comôdo vazio até ele entrar na minha vista... As armas antes empunham foram abaixados por ambos os lados, corri de volta para (Seu nome) e a peguei no colo - ELE PRECISA DE AJUDA! - Disse urgente, Taylor assentiu - Uma equipe médica veio conosco para o caso de feridos... - Foi a minha vez de assentir, deitei seu frágil corpo sobre um sofá empoeirado no meio da sala e em poucos minutos uma equipe entrava no cômodo... - Seu pulso está fraco, ela perdeu muito sangue... A bala atingiu o tórax, isso é muito grave, PRECISAMOS LEVA-LA AO HOSPITAL AGORA... - Puseram a maca ao seu lado em poucos minutos, ela estava com dificuldade para respirar por isso utilizaram de uma máquina de óxigênio, o sangue já havia sido estancado... Minha garganta se fechava á cada vez que eu á observava naquele estado - É muito grave? - perguntei á médica que havia feito os primeiros socorros - Não vou mentir... a situação dela é gravíssima, posso estar errada mas creio que a bala perfurou o pulmão - Meus olhos encheram de lágrimas... Meus punhos se fecharam com raiva, voltei ao outro cômodo onde a carcaça imunda de Jason começava á recobrar a conseciência... - A culpa é sua... - Fui até ele que ainda estava meio confuso devido aos socos no rosto - A CULPA DE TUDO É SUA... - Avancei sobre ele novamente, meus punhos agora muito mais furiosos o socaram sem piedade, seu rosto em frangalhos mal parecia entender o que acontecia... - LIAM! - Taylor chamou, eu sabia que ele não me pariaria... Mas assim mesmo eu parei, por ela, por que prometi á ela, finalmente soltei Jason, ele me observou, ainda absorto na dor... O segurei pela blusa, fazendo-o ficarmos cara á cara - Pro seu própio bem, é melhor que ela sobreviva, do contrário, você vai junto com ela.. - Susurrei entre dentes finalmente o jogando no chão.
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HEY LIAMDAS
TUDO BEM COM VOCÊS?
GEENTE DESCULPA PELA DEMORA EU JURO QUE NÃO É DE PROPÓSITO
ME PERDOEM... 
Eu não vou prometer que o próximo capítulo vai sair logo pois não sei se poderei cumprir, mas por favor... COMENTEM?! 
É importante pra mim, novamente perdão pela demora okay?
Próximos capítulos darão inicio á reta final da fic
Estou pensando em postar um mini imagine, á quanto tempo não temos um né?
Bem é isso
Beijos amo vocês

I Won´t Give Up - Terceira temporada - Capítulo 3 (...) E o mundo á minha volta escureceu...




(...) O desafiei... - Apenas faça - disse entre os dentes, ele sorriu diabolicamente e recuou com a arma, o alívio tomando conta de mim, apesar de eu não transparece-lo e também de Liam, que em sua cadeira lá atrás ainda tinha olhos quase desesperados, Jason me encarou novamente, agora com raiva... - Como soube que eu não ia atirar? - arqueei uma sobancelha - Se quisesse só me matar o teria feito no dia que conversamos, eu e você, ou no dia que você saiu com a Eve, o que não lhe faltou foram oportunidades, então... Por que diabos me manteria agora?! - ele sorriu, mas a chama de raiva, ódio e fúria ainda crepitava em seus olhos medonhos, lá no fundo, eu conseguia ver. - De fato... Se eu quisesse apenas mata-la poderia ter feito muito antes... Acontece que tem algo mais que eu quero... Como você sabe eu também participava dos negócios dele... dei sorte por ainda não ter sido preso com ele, preciso de dinheiro, infelizmente a turma do seu namoradinho confiscou tudo que ele tinha, "ME" deixando sem nada... - Dei de ombros - E o que eu tenho haver com isso? - ele sorriu - Eu sei que ele tinha uma conta na Suíça só pra você, uma com dinheiro o bastante pra você passar o resto da sua vida sem trabalhar... Eu vou precisar desse dinheiro mais do que você, tenha certeza. - Balancei a cabeça confusa - Eu não sei do que está falando - Seu sorriso diabólico se alargou - É claro que sabe... Tem que saber, se ele contou isso pra mim, deve ter contado pra você também... - Semicerrei os olhos - Aquele dia... Você estava na minha casa, tinha ido me visitar, me contou... - um estalo me atingiu, tão forte quanto uma pedrada - Aquele dia em que eu desmaiei, foi você? - ele sorriu - Coloquei uma coisinha na sua bebida, eu precisava procurar algo importante... - Minha cabeça girou - Você... Eu sempre me sentia observada por alguém... todo o tempo era você?! - ele sorriu mais uma vez manifestando novamente seu lado psicopata - Você já deve ter notado, maninha, que eu não meço esforços para conseguir o que eu quero - ele posicionou a arma novamente, agora contra meu peito que ardia, com raiva, ódio e fúria, por ter sido tão tola por tanto tempo... - Eu quero o número da conta... do dinheiro que ele agurdou pra você. - Balancei a cabeça- FODA-SE VOCÊ... MESMO QUE EU SOUBESSE, NUNCA TE DIRIA, MESMO QUE EU ACABE MORTA, VOCÊ AINDA ESTARÁ FERRADO E NÃO TERÁ NINGUÉM PARA TE TIRAR DA MERDA! - Seus olhos brilharam - Ora ora, a princesinha fala palavrões afinal não é, concerteza nosso amado pai não iria querer ver sua amada princesinha usando esse tipo de palavreado tão baixo... - Então ele me deu um tapa forte com a outra mão, acertando furtivamente no meu nariz, meus olhos arderam, e eu senti o sangue escorrer do meu nariz, lá atrás Liam rosnou, levantei a cabeça meio zonza - Co-como conseguiu me achar? - perguntei entre soluços - Aquela sms que você mandou á sua amiguinha, psé... Eve teve serventia no final das contas... - ele disse zombateiro - SEU PORCO IMUNDO, SE TIVER FEITO ALGO COM ELA...! - Outro tapa, talvez mais forte, eu não sei, meu rosto assim como minha mente estavam ficando entorpecidos, pela dor, pela verdade, pelo ódio, por tudo... - Vamos lá maninha, eu juro que não quero te machucar muito mais, apenas me diga o que eu quero, e eu deixo você ir... - Balancei a cabeça - Eu não sei... - susurrei - Sinto muito - ele apontou a arma para Liam, parecendo lembrar-se de repente de que não éramos os únicos ali, Liam estava subitamente quieto nos últimos cinco minutos de estapeamentos - Diga, ou eu o mato... - Tornei a balançar a cabeça, Jason deu um soco forte no rosto de Liam, fazendo parecer que os tapas que ele me deu eram brincadeira - Eu não sei droga... Eu já disse eu não sei. - Eu nem mesmo conseguia mais chorar, estava seca, fraca... - Talvez eu consiga alguma coisa por um "agente"... Quem sabe não me pagam um belo resgate por sua carcaça hã - Jason murmurou se afastando de Liam suavemente e vindo até mim - " Vai pro inferno" - Liam murmurou baixo, Jason não pareceu ouvir, ou se importar - Já você... princesinha, não acho que alguém vá se importar com você... não é mesmo? - Novamente ele posicionou a arma contra mim, contra meu peito - Não se preocupe, eu mando lembranças ao nosso pai... - disse puxando o gatilho, meu coração encolheu, e como num vulto tudo aconteceu... Um disparo, um empurrão, um grito, sangue, Liam socando a cara de Jason, e jogando a arma na direção oposta, meu peito se aqueceu novamente, Jason estava no chão, seu rosto sangrava - Já chega Liam -Usei o pouco de fôlego que me restara para o alertar... O ar parecia haver se dissipado dos meus pulmões... Só então ele olhou diretamente pra mim, e pra minha surpresa eu não vi vestigíos de alívio ou felicidade, sua face se contorceu em horror, eu não conseguia respirar direito, eu estava sufocando, Liam correu em minha direção e me tirou as algemas com as chaves de Jason,  me pegando no colo, só então notei... A enorme mancha de sangue, bem sobre o meu peito, e então, tudo girou, e o mundo á minha volta escureceu, até ser engolido pela escuridão sem fim..
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Oi meninas, eu sei que o capítulo saiu pequeno ( perdão) mas esse era o ponto em que precisava acabar... okay? Bem, por favor comentem
Amo vocês
XoXo
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